Padre Hervé Belmont2005 Não haveria para nós grande interesse em estudar a Petite-Église, que se separou da Igreja Católica em seguida à Concordata de 1801 e da qual não resta quase nada, se não houvesse hoje alguns fiéis que consideram essa dissidência com indulgência, com simpatia e mesmo com admiração[1]; é igualmente inquietante constatar que... Continuar Lendo →
O PANTEÍSMO CRISTÃO
Cardeal Louis Édouard Pie (Pie de Poitiers)1841 Mas o que é afinal, dir-me-eis, o que é então este grande ato da Encarnação, no qual São Paulo enxergava toda a potência de Deus exaurida, no qual Davi e Maria enxergavam (perdoai-me esta tradução da palavra deles, não encontro outra mais verdadeira) como que o tour de force da... Continuar Lendo →
SÃO PAULO E A “DUPLA RESSURREIÇÃO CORPÓREA”
Padre Bernard-Marie Allo1935 Nosso comentário indicou as razões múltiplas que impedem de admitir neste capítulo XV [da Primeira Epístola aos Coríntios] a ideia de uma “dupla ressurreição” dos corpos. Mas, como essa teoria foi posta muito em voga em nossos dias, convém examiná-la mais de perto. A interpretação do capítulo XX, 1-10, do Apocalipse mediante... Continuar Lendo →
COMENTÁRIO AO LIVRO ”MINHA LUTA”, DE ADOLF HITLER
Benjamin Wiker2008 “Neste nosso planeta, a cultura e a civilização humanas estão vinculadas indissociavelmente pela presença do Ariano. Se ele for exterminado ou subjugado, aí então o manto negro de uma nova era de barbárie cobrirá a Terra [...]” – Adolf Hitler (1889-1945) Muita gente já leu muitos livros sobre Adolf Hitler, mas pouquíssimas pessoas... Continuar Lendo →
A REVISTA LE SEL DE LA TERRE E O SEDEVACANTISMO
Padre Dom Francesco Ricossa2001 Se nossos leitores têm boa memória, devem se recordar de que Le Sel de la Terre é a “revista católica de ciências religiosas e de cultura cristã” fundada e dirigida pelos Padres dominicanos (de facto, mas não de jure) de Avrillé. Muito embora nossos confrades tenham dado os seus primeiros passos sob a égide... Continuar Lendo →
UM CAPÍTULO ESQUECIDO DA NOSTRA ÆTATE
Padre Hervé Belmont2011 A declaração conciliar Nostra Ætate sobre as religiões não-cristãs permanece um “monumento” do Vaticano II: um monumento de crueldade com os católicos, cuja fé é dissolvida por uma tola benevolência com as religiões falsas; um monumento de crueldade também com as almas prisioneiras do erro e das trevas, que não são mais... Continuar Lendo →
BRUMAS DO “REVELACIONISMO” E LUZ DA FÉ
Padre Frei Roger-Thomas Calmel, O.P.1974 Chamo de “revelacionismo” uma confiança desordenada em revelações privadas; confiança que não é suficientemente esclarecida e retificada pela razão e pela fé. A experiência mostra que os cristãos aflitos seja por “aparicionismo” ou por “revelacionismo” são gente difícil de curar. Eu gostaria ao menos que a enfermidade deles não fosse... Continuar Lendo →
O MAGISTÉRIO PONTIFÍCIO ORDINÁRIO, LUGAR TEOLÓGICO
Dom Paul Nau, O.S.B.1956 Ensaio sobre a autoridade dosensinamentos do Soberano Pontífice Le Magistère pontifical ordinaire, lieu théologique(Revue Thomiste, Ano LXIV, tomo LVI, n.º 3, julho-setembro de 1956, pp. 389-412) Dom Paul NAU, O.S.B. * * * Desde o Concílio do Vaticano, um católico não pode mais hesitar sobre a autoridade que deve reconhecer aos juízos dogmáticos pronunciados... Continuar Lendo →
MAGISTÉRIO E JURISDIÇÃO NA IGREJA CATÓLICA
Monsenhor Joseph Clifford Fenton1954 É axiomático, no campo da sagrada teologia, que sempre que encontramos uma controvérsia séria que à primeira vista pareça coisa de mero interesse acadêmico, um exame mais completo do assunto mostrará uma questão de profunda e altamente prática importância. Tal é o caso, para tomar somente um exemplo, com a disputa... Continuar Lendo →
A RELIGIÃO CONCILIAR PROFANA A DEVOÇÃO MARIANA
Padre Hervé Belmont2011 Exalta-se, em crédito de João Paulo II e de sua autoridade pontifical, a devoção mariana que ele manifestou durante sua presença sobre a sé romana. Certamente, a devoção mariana é uma peça essencial da vida cristã. Mas a medida da devoção à Santíssima Virgem não tem alcance real quanto à questão da... Continuar Lendo →
