Monsenhor Octavio Nicolás Derisi 1982 I. PELA VERDADEIRA NOÇÃO DE PARTICIPAÇÃO 1. O que é participação. Notáveis trabalhos nestes últimos tempos, sobretudo os de Cornelio Fabro, destacaram toda a importância que o estudo da participação tem não somente para uma compreensão mais abrangente da doutrina de Santo Tomás, como também para uma visão mais profunda... Continuar Lendo →
A DISTINÇÃO REAL ENTRE ESSÊNCIA E ATO DE SER — NOTA EPISTEMOLÓGICA
Padre Michel-Louis Guérard des Lauriers, O.P.1959 A distinção real entre essência e ato de ser é, no tomismo, a característica metafísica própria de todo ente criado. Sabemos que, para expressar essa distinção no caso dos entes imateriais, Santo Tomás teve que precisar e, ao menos materialmente, retificar suas próprias expressões. [N.d.T: Estão sinalizadas com (?)... Continuar Lendo →
DO SENSÍVEL AO IPSUM ESSE, E DE VOLTA
Daniel C. Scherer2021 A distinção real entreessência e ser GALLUS MANSER JÁ OBSERVOU QUE “A PODEROSA SÍNTESE TOMISTA descansa, como em seu mais profundo cimento, na doutrina aristotélica do ato e da potência”1. E, de fato, a ideia filosófica capital de Santo Tomás a ideia mesma que lhe permitiu seus altos voos teológicos, qual seja,... Continuar Lendo →
O PROBLEMA DA COEXISTÊNCIA DO SER CRIADO NA PRESENÇA DO SER INCRIADO
Monsenhor Charles Journet1959 O Espírito de Deus movia-se sobre as águas (Gn 1, 2) Pagãos como Celso e Juliano, o Apóstata, lançavam em face dos cristãos a grosseria do relato da criação. Vê-se ali Deus criar o céu e a terra. Céu é o firmamento onde estão as estrelas. Nada se diz da criação dos... Continuar Lendo →
“ESSE UT ACTUS INTENSIVUS” NOS ESCRITOS DE CORNELIO FABRO
Ralph M. Inerny1964 Em seus dois livros sobre a participação, o Padre Cornelio Fabro elaborou uma teoria do modo como o esse é central para a metafísica de Sto. Tomás, a qual, se bem que soe um tanto parecida com aquilo que, para o bem ou para o mal, tornou-se um lugar-comum da interpretação tomista... Continuar Lendo →
NEWTONISMO: A NOVA FACE DO MATERIALISMO EPICURISTA
Benjamin Wiker2002 À medida que passamos da Renascença para o Ilu minismo, o atomismo de Epicuro e Lucrécio deixou de ser um estranho que entrou às escondidas na cultura cristianizada dos séculos XV e XVI para ser a única visão teórica convincente da filosofia natural durante os séculos XVII e XVIII. [1] O período de... Continuar Lendo →
DA TRIPLA PRIMAZIA DO PRIMEIRO PRINCÍPIO
Frei John Duns Scot, O.F.M.século XIII ou XIV 42. Ó Senhor Deus nosso, que proclamaste que tu és o primeiro e o novíssimo [ou seja, o último], ensina este teu servo a provar pela razão o que crê certissimamente pela fé, a saber, que tu és o primeiro eficiente, o primeiro eminente e o fim... Continuar Lendo →
A NECESSIDADE DA METAFÍSICA E O DESEJO NATURAL DE CONHECER DO HOMEM
S. Tomás de Aquino, O.P.1269-1272 PROÊMIO 1. Assim como ensina o Filósofo [Aristóteles] na sua Politica [sem acento, no original em latim], quando muitos se ordenam a um, é preciso que um deles seja regulador ou regente, e os demais os regulados ou regidos. Isso fica claro na união da alma com o corpo, pois... Continuar Lendo →
O ATEÍSMO E A MATÉRIA
Gustavo Corção1960 O ATEÍSMO CONTEMPORÂNEO Se quisermos achar as raízes mais importantes do ateísmo contemporâneo – refiro-me ao ateísmo prático e vivido, que é a coisa mais abundante do século, e não ao ateísmo especulativo e pensado, que talvez não exista – devemos procurá-las na filosofia da natureza, na concepção que tinham do mundo físico... Continuar Lendo →
